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Mãe morreu dormindo após saber da morte da filha em Mogi das Cruzes, diz família

Margarida Marfim Crestana passou mal e morreu após saber da morte da filhaAna Lúcia Crestana Carvalho, Reprodução / Redes Sociais Margarida Marfim Crestana,...


Mãe morreu dormindo após saber da morte da filha em Mogi das Cruzes, diz família
Mãe morreu dormindo após saber da morte da filha em Mogi das Cruzes, diz família (Foto: Reprodução)

Margarida Marfim Crestana passou mal e morreu após saber da morte da filhaAna Lúcia Crestana Carvalho, Reprodução / Redes Sociais Margarida Marfim Crestana, de 78 anos, morreu enquanto dormia na segunda-feira (20). A filha dela, Ana Lúcia Crestana Carvalho, de 55 anos, havia morrido no domingo (19). Segundo a família, Margarida tinha problemas de saúde. As duas foram sepultadas juntas na terça-feira (21), no Cemitério São Salvador. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp "A dor foi muito grande. Minha mãe tinha problemas de saúde, uma trombose na perna e alguns problemas no coração. Por conta disso, avisei que com a notícia era para levarem ela para ser atendida na UPA", contou Fábio Crestana Carvalho, filho de Margarida e irmão de Ana Lúcia. Mãe morre após saber da morte da filha em Mogi das Cruzes Outra filha de Margarida, Luciana Crestana, contou ao g1 que a mãe tinha um laudo cardiológico que indicava risco de mal súbito. “Deve ter sido um infarto. Eu estava com ela quando aconteceu, ela estava dormindo”, disse. Mãe e filha morrem em menos de 24 horas em Mogi das Cruzes Morte da filha Fábio Crestana contou ao g1 a sequência de acontecimentos que antecederam as mortes da irmã e da mãe. Segundo ele, Ana Lúcia Crestana Carvalho foi levada inicialmente à UPA de Jundiapeba após apresentar uma crise de ansiedade. No local, ela foi medicada e liberada. “Eu acompanhei ela na UPA e ela disse para a médica que estava com crise de ansiedade. Não sentia dores no peito nem no coração, apenas muito cansada. Voltou para a casa medicada, dormiu”, contou Luciana. Segundo a família, o quadro continuou no dia seguinte, com sintomas como cansaço e falta de ar. No domingo, após um novo chamado, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi até a casa da família, mas Ana Lúcia já estava morta. Mãe e filha eram muito próximas e tinham uma relação descrita como "inseparável". "A relação sempre foi boa, com os problemas da minha mãe, Ana Lúcia sempre acompanhava ela na UPA e em outros lugares que precisava ir" explicou Fábio. “Foi uma das coisas mais bonitas que já vi na minha vida. Ali realmente provou que uma mãe é tudo, como ela faria por mim e pelo meu irmão também”, explicou Luciana. Assista a mais notícias sobre o Alto Tietê